Natasha declarou R$ 3,21 milhões em gastos, enquanto Pivetta informou despesas de R$ 1,23 milhão
O senador Wellington Fagundes (PL) aparece na liderança dos gastos entre os candidatos ao Governo de Mato Grosso que já apresentaram despesas à Justiça Eleitoral. A campanha do candidato declarou R$ 4,3 milhões em pagamentos, dos quais R$ 1,1 milhão foram destinados a serviços advocatícios.
O levantamento mostra que Wellington havia registrado R$ 4.305.700,84 em despesas até o período analisado, pouco mais de 20 dias antes do fim do primeiro turno. O valor coloca o candidato à frente de Natasha Slhessarenko (PSD), que declarou R$ 3,21 milhões, e do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), com R$ 1,23 milhão.
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No caso de Wellington, os serviços jurídicos representam a maior despesa individual da campanha. Foram R$ 1,1 milhão, equivalente a 25,55% de tudo o que foi declarado até o momento.
A produção de programas destinados ao rádio, à televisão e ao vídeo aparece como o segundo maior gasto, com R$ 880 mil. Na sequência estão os serviços contábeis, que somam R$ 750 mil.
A campanha também destinou valores expressivos à publicidade. Foram R$ 461.447 para adesivos e R$ 459.918 em materiais impressos. O impulsionamento de conteúdo nas redes sociais consumiu outros R$ 288 mil.
Entre as demais despesas declaradas por Wellington estão R$ 157,6 mil com locação ou cessão de veículos, R$ 135 mil relacionados a segurança e prevenção, repressão e combate à violência política e R$ 45,4 mil com transporte e deslocamentos.
Na segunda colocação do ranking aparece Natasha Slhessarenko. A candidata declarou R$ 3.210.861,52 em despesas. A maior parte desse montante, R$ 1.407.500, foi registrada como serviços prestados por terceiros.
Natasha também declarou R$ 950 mil para produção de programas de rádio, televisão e vídeo, além de R$ 225 mil em impulsionamento e outros R$ 225 mil em serviços contábeis. Os gastos advocatícios da campanha somam R$ 140 mil.
Já Otaviano Pivetta declarou R$ 1.238.774,07 em despesas. Mais da metade desse valor, R$ 700 mil, foi direcionada à produção de programas de rádio, televisão e vídeo. Outros R$ 358 mil aparecem na prestação como serviços de terceiros, enquanto o impulsionamento digital consumiu R$ 100 mil.
Entre os demais candidatos, Rafael Millas (Missão) havia declarado apenas R$ 37,82 em despesas. Maurício Coelho (Mobiliza) e Sargento Laudicério (Agir), por sua vez, ainda não apresentavam prestação de contas de despesas no levantamento.
Com os dados disponíveis, o ranking de gastos é liderado por Wellington, seguido por Natasha e Pivetta. A prestação de contas eleitoral, porém, permanece sujeita a atualizações conforme novas despesas sejam declaradas à Justiça Eleitoral.