O caso da morte da modelo Ana Luiza Mateus, de 29 anos, teve uma reviravolta inesperada poucas horas após a prisão do principal suspeito. Detido em flagrante, Endreo Lincoln Ferreira da Cunha foi encontrado morto dentro de uma cela da Delegacia de Homicídios, no Rio de Janeiro, ainda na tarde de quarta-feira (22).
Segundo a Polícia Civil, os indícios iniciais apontam que ele tirou a própria vida utilizando um pedaço de roupa, em um episódio ocorrido dentro da unidade policial.
A morte do suspeito acontece no mesmo dia em que a modelo foi encontrada após cair do 13º andar de um prédio na Barra da Tijuca, na Zona Oeste da capital fluminense. O caso é tratado como feminicídio e segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias da queda.
A prisão havia ocorrido poucas horas antes, após o homem se apresentar à polícia usando um documento em nome do próprio irmão. A verdadeira identidade foi confirmada posteriormente por meio de perícia técnica, o que levantou suspeitas sobre tentativa de ocultação.
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Durante o depoimento, ele afirmou ser “culpado” pela morte da vítima, mas não chegou a confessar diretamente o crime. Ainda segundo os investigadores, o relato incluiu histórico de conflitos, ofensas e episódios de violência psicológica no relacionamento.
Com a morte do principal investigado, o caso entra em uma nova fase. A Polícia Civil agora trabalha para reconstruir os últimos momentos da vítima e esclarecer se houve participação de terceiros ou outros elementos que possam explicar o desfecho.
A sequência de acontecimentos, da queda da modelo à morte do suspeito dentro da cela, transforma o caso em um dos mais intrigantes e complexos recentes no estado, levantando questionamentos sobre o que de fato aconteceu nas horas que antecederam a tragédia.