Textos enviados a ministros tentam reverter o processo contra Marco Buzzi, acusado de atacar jovem na praia e ex-funcionária de gabinete
A Polícia Federal (PF) instaurou uma investigação para apurar o envio de mensagens em massa a ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Os textos distribuídos aos magistrados sugerem uma suposta "reviravolta" no caso de Marco Buzzi, ministro da corte que está afastado sob a acusação de importunação sexual. O objetivo da corporação é descobrir se os disparos foram uma tentativa deliberada de tumultuar o andamento das investigações.
Notícias exclusivas no WhatsApp acessando o link: (clique aqui)
Seja nosso seguidor no Instagram (clique aqui)
Seja nosso seguidor no X antigo Twiter (clique aqui)
Com prefixo do Rio Grande do Sul, as mensagens minimizam as denúncias, tratando as mulheres que acusaram o magistrado como "supostas vítimas" e alegando que o episódio não passou de um mal-entendido. A apuração sobre os disparos foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pelos canais de imprensa.
O processo contra Buzzi envolve duas denúncias de assédio. A primeira partiu de uma jovem de 18 anos, filha de amigos do ministro, que relatou ter sido agarrada por ele durante uma viagem em Balneário Camboriú (SC). A segunda acusação foi feita por uma ex-colaboradora de seu gabinete. Devido às investigações, o STJ afastou o magistrado de suas funções em fevereiro, cortando suas prerrogativas institucionais, como o uso de carro oficial e o acesso ao tribunal.