TRAGÉDIA NOS EUA

Menino de 10 anos é acusado de matar bebê de 7 meses com arma escondida sob colchão; pai também é indiciado

· 2 min de leitura
Menino de 10 anos é acusado de matar bebê de 7 meses com arma escondida sob colchão; pai também é indiciado
Reprodução: Vídeo/ABC7

Investigação aponta que a arma usada no disparo estava escondida sob um colchão e era de fácil acesso dentro da residência

Um menino de 10 anos foi indiciado por homicídio em um tribunal juvenil após a morte de um bebê de apenas sete meses no estado do Missouri, nos Estados Unidos. O pai da criança, de 19 anos, também foi denunciado por homicídio qualificado em segundo grau e por colocar em risco o bem-estar de menores ao manter uma arma de fogo carregada em local acessível dentro da residência.

De acordo com o Departamento de Polícia Metropolitana de St. Louis, os policiais foram acionados pouco depois das 16h da sexta-feira (26) para atender a uma ocorrência de disparo de arma de fogo em uma residência localizada no número 8400 da North Broadway, em St. Louis, no estado do Missouri. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram um bebê de sete meses ferido por um disparo. A criança foi levada às pressas em uma viatura policial até um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos.

Notícias exclusivas no WhatsApp acessando o link: (clique aqui)
Seja nosso seguidor no Instagram  (clique aqui)
Seja nosso seguidor no X antigo Twiter (clique aqui)

As investigações apontam que um menino de 10 anos teria pegado uma arma de fogo que estava escondida sob um colchão e efetuado o disparo que atingiu o bebê. Segundo a polícia, o garoto já sabia onde a arma era guardada e havia tido acesso a ela anteriormente.

O pai da vítima admitiu aos investigadores que a arma era dele e que a mantinha escondida sob o colchão. Por esse motivo, além das acusações relacionadas ao armazenamento inseguro da arma, ele também responderá por homicídio.

Familiares do jovem de 19 anos iniciaram uma campanha na internet alegando que ele jamais teve a intenção de provocar a tragédia. Em um dos textos divulgados, uma prima afirmou que ele errou ao deixar a arma ao alcance de outras pessoas, mas sustentou que o episódio foi resultado de uma falha de julgamento, e não de uma ação intencional.

O caso segue em andamento na Justiça norte-americana e reacendeu o debate sobre o armazenamento seguro de armas de fogo em residências com crianças.