Valor é proveniente do Fundo Partidário e faz parte da distribuição de recursos iniciada pelas executivas nacionais após receberem a verba
A campanha do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) ao Senado recebeu um aporte de R$ 1 milhão do diretório nacional do partido. O dinheiro é proveniente do Fundo Partidário e foi destinado à candidatura nas eleições de 2026.
Mauro disputa uma das duas vagas ao Senado por Mato Grosso e integra a mesma federação partidária do Progressistas (PP). Na composição eleitoral, ele faz dobradinha com a deputada Margareth Buzetti (PP), que também concorre ao Senado e recebeu R$ 2,9 milhões da direção nacional do Progressistas.
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Os dados estão registrados no DivulgaCand, plataforma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que reúne as informações sobre arrecadação e despesas dos candidatos.
Com o novo repasse, Mauro Mendes registra R$ 1,055 milhão em receitas declaradas até o momento.
A maior parte do valor corresponde à transferência feita pela Executiva Nacional do União Brasil. O candidato também contabilizou duas outras entradas: uma doação de R$ 30 mil feita pelo advogado Pascoal Santullo Neto, que ocupou cargo de secretário durante a gestão de Mauro à frente da Prefeitura de Cuiabá, e R$ 25 mil enviados pelo diretório estadual do União Brasil.
O diretório estadual é presidido pelo próprio Mauro Mendes.
Apesar de já ter registrado mais de R$ 1 milhão em receitas, a campanha do ex-governador ainda não informou despesas eleitorais no sistema da Justiça Eleitoral.
Entre os demais candidatos ao Senado, o deputado federal José Medeiros (PL) também aparece com R$ 1 milhão recebido da direção nacional de seu partido.
Já Janaina Riva (MDB), Carlos Fávaro (PSD) e Antônio Galvan ainda não registraram, até o momento, transferências provenientes das executivas nacionais de suas respectivas siglas.
Os repasses começaram a ser distribuídos depois que as direções nacionais dos partidos receberam recursos do Fundo Partidário no fim da semana passada.
A partir da liberação do dinheiro, as legendas passaram a distribuir os valores entre seus candidatos nos estados, processo que deve provocar novas alterações nas prestações de contas ao longo dos próximos dias.