Segundo a PM, homem teria atacado a ex-companheira após ela se recusar a conversar com ele dentro de um estabelecimento
Um homem de 31 anos foi preso após atacar a ex-companheira, de 33, com um canivete na noite deste sábado (22), em um comércio localizado no centro de Campo Verde, a 140 quilômetros de Cuiabá. A mulher sofreu um ferimento profundo no pescoço e precisou ser encaminhada para atendimento médico.
A ocorrência foi registrada por volta das 19h30, no estabelecimento Seven, na Avenida Florianópolis. Segundo informações repassadas à Polícia Militar, o suspeito teria se aproximado da vítima para conversar. Depois que ela se recusou a atendê-lo, ele teria retirado um canivete e golpeado a mulher.
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O ataque foi interrompido por pessoas que estavam no estabelecimento. Populares conseguiram dominar o suspeito e o seguraram até a chegada da equipe policial.
Os militares fizeram a prisão e levaram o homem para a Delegacia de Polícia Civil do município. A arma apontada como utilizada na agressão também foi apreendida e entregue às autoridades.
A vítima apresentava um corte profundo na região do pescoço e recebeu atendimento médico. Não foram divulgadas informações atualizadas sobre seu estado de saúde.
Ainda conforme o registro policial, o suspeito apresentava escoriações no rosto, atribuídas à intervenção dos populares durante a contenção. Os policiais também observaram manchas de sangue nas roupas e no corpo dele, que seriam, possivelmente, da mulher ferida.
Pessoas que presenciaram a ocorrência relataram à PM que o homem teria demonstrado intenção de matar a ex-companheira. Diante das circunstâncias, o caso foi registrado como tentativa de feminicídio e encaminhado para investigação da Polícia Civil.
A administração do estabelecimento informou que as câmeras de segurança registraram o momento do ataque. As imagens devem ser entregues à polícia e poderão ajudar na reconstrução dos fatos.
Informações que circularam nas redes sociais após o episódio apontaram que o relacionamento teria terminado recentemente e que o suspeito teria procurado a vítima anteriormente. Como esses relatos não foram confirmados oficialmente e não aparecem no boletim de ocorrência, não são tratados como fatos nesta reportagem.