LIBERDADE SEM EXPLICAÇÃO

Suspeitos de tentarem matar policial penal deixam cadeia; motivo não foi divulgado

· 1 min de leitura
Suspeitos de tentarem matar policial penal deixam cadeia; motivo não foi divulgado
Reprodução

Apontados pela polícia como integrantes de facção criminosa, dupla foi presa com arma, munições e droga após monitorar residência de servidor em Várzea Grande

Josué Fabrício de Souza Barbosa e Jesiel Lara de Moraes, ambos de 29 anos, foram colocados em liberdade após passarem pelo sistema prisional de Mato Grosso, mesmo sendo investigados por suspeita de participação em um plano para executar um policial penal em Várzea Grande.

A dupla estava custodiada no Centro de Ressocialização de Várzea Grande (CRVG) desde a prisão realizada por equipes da Força Tática. Os dois foram detidos após moradores do bairro Nois Curvo denunciarem a presença de um veículo GM Celta branco que circulava repetidamente pela região em atitude considerada suspeita.

Durante a abordagem, os policiais encontraram uma pistola calibre .45 municiada. Conforme o registro policial, os suspeitos teriam informado aos militares que integravam uma facção criminosa e que estavam no local para cumprir uma ordem de execução contra um policial penal.

Notícias exclusivas no WhatsApp acessando o link: (clique aqui)
Seja nosso seguidor no Instagram  (clique aqui)
Seja nosso seguidor no X antigo Twiter (clique aqui)

A suposta vítima compareceu ao local e relatou aos policiais que o veículo ocupado pelos investigados havia passado diversas vezes em frente à sua residência.

Na sequência, equipes policiais realizaram buscas em imóveis ligados à dupla nos bairros Bela Vista, em Cuiabá, e Pirineu, em Várzea Grande. Durante as diligências, foram apreendidas munições e uma porção de maconha.

Ao todo, a operação resultou na apreensão de uma arma de fogo, um carregador, 37 munições, um aparelho celular e entorpecentes.

Apesar das investigações por suposta tentativa de homicídio, porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas, os dois não permaneceram presos e acabaram sendo colocados em liberdade após decisão da Justiça.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre os fundamentos que levaram à soltura dos investigados.