Cabo da Polícia Militar de Pernambuco passou a noite no apartamento da ex-companheira, em Boa Viagem, e morreu em circunstâncias ainda não esclarecidas; laudos periciais devem apontar a causa da morte
O cabo da Polícia Militar de Pernambuco José Maria Alexandre da Silva Junior, de 40 anos, morreu em circunstâncias ainda cercadas de mistério após passar a noite no apartamento da ex-companheira, no bairro de Boa Viagem, zona sul do Recife.
A Polícia Civil de Recife investiga o caso e trabalha com diferentes linhas de apuração, entre elas a possibilidade de envenenamento. No entanto, a causa da morte ainda não foi oficialmente confirmada e depende da conclusão dos exames periciais.
O episódio ocorreu no último dia 11 de junho e chamou a atenção dos investigadores por uma série de fatos considerados incomuns. Entre eles, a suspeita envolvendo uma taça de vinho que teria sido trocada durante o encontro entre o policial e a ex-companheira.
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Segundo informações apuradas pela investigação, José Maria foi ao apartamento da mulher após deixar o serviço. A ex-companheira, uma advogada de 48 anos, possuía uma medida protetiva em vigor contra o policial.
Durante a madrugada e parte da manhã, os dois teriam permanecido no imóvel consumindo bebidas alcoólicas e energético. Em determinado momento, conforme os elementos reunidos até agora pela polícia, a mulher teria desconfiado que sua taça havia sido trocada e decidiu substituí-la novamente.
As circunstâncias que levaram à morte do policial ainda estão sendo analisadas pelas autoridades. A Polícia Civil aguarda os resultados dos exames toxicológicos e periciais para esclarecer o que ocorreu dentro do apartamento.
Até a conclusão das investigações, nenhuma hipótese foi descartada oficialmente.