NA CASA DO PAI

Menina de 8 anos é hospitalizada após ingerir veneno de rato em residência de Sorriso

· 1 min de leitura
Menina de 8 anos é hospitalizada após ingerir veneno de rato em residência de Sorriso
Foto: Reprodução / Internet

Criança recebeu atendimento de emergência e permanece sob observação médica; circunstâncias serão apuradas

Uma ocorrência de intoxicação envolvendo uma criança de 8 anos foi registrada pela Polícia Militar na madrugada desta sexta-feira (30), em Sorriso (a 380 km de Cuiabá). A menina precisou de atendimento hospitalar depois de consumir veneno de rato enquanto estava na residência do pai. O caso foi comunicado às autoridades pela equipe médica de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A Polícia Militar tomou conhecimento da situação por volta das 3h, quando foi chamada à unidade de saúde. A menina havia chegado ao local cerca de 30 minutos antes, acompanhada da mãe, que informou aos profissionais que o episódio aconteceu na casa do ex-companheiro.

Notícias exclusivas no WhatsApp acessando o link: (clique aqui)
Seja nosso seguidor no Instagram  (clique aqui)
Seja nosso seguidor no X antigo Twiter (clique aqui)

Durante os procedimentos médicos, a criança foi questionada sobre o ocorrido e contou ter encontrado o produto no imóvel. De acordo com o boletim policial, ela afirmou que ingeriu a substância por decisão própria. O registro não esclarece o que motivou o comportamento.

A equipe responsável pelo atendimento também comunicou aos policiais que a menina estava chorosa e pouco comunicativa. Outra informação incluída na ocorrência diz respeito a desenhos que ela costuma fazer, representando pessoas deitadas em camas, conforme relatos dos familiares e profissionais de saúde.

Não há, entretanto, informações que permitam relacionar essas representações ao episódio de intoxicação. Também não foram observadas, na avaliação inicial, marcas físicas que sugerissem agressões ou abuso.

Após receber os primeiros cuidados, a menina permaneceu internada para monitoramento. Não foram divulgados boletins médicos com informações sobre a gravidade do quadro clínico.

O registro policial deverá subsidiar a apuração das circunstâncias do caso, especialmente sobre o acesso da criança ao veneno. Também poderá ser avaliada a necessidade de acompanhamento pela rede de proteção à infância.