Pesquisas Veritá com suspeitas em todos os levantamentos realizados no Brasil
O levantamento mais recente do Instituto Veritá sobre a corrida ao Governo de Mato Grosso trouxe um ponto que chamou atenção nos bastidores políticos. O senador e pré-candidato ao Palácio Paiaguás Wellington Fagundes não aparece entre os nomes testados nos cenários divulgados da pesquisa. A sondagem apresenta simulações com Otaviano Pivetta, Jayme Campos e Natasha Slhessarenko, sem inclusão do nome de Wellington nas projeções de intenção de voto, rejeição ou cenários de segundo turno.
Na intenção espontânea, quando o eleitor cita livremente em quem votaria para governador, Pivetta aparece na liderança com 49,3% dos votos válidos. Em seguida surgem Natasha, com 11,3%, e Jayme, com 10,2%. Outros nomes somam 29,2%. No recorte sobre o total da amostra, Pivetta registra 22%, Natasha 5% e Jayme 4,5%, enquanto brancos, nulos ou indecisos chegam a 55,5%.
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No cenário estimulado, quando os nomes são apresentados aos entrevistados, Pivetta também lidera com 52,2% dos votos válidos. Jayme aparece com 17,6% e Natasha com 14,2%. Outros candidatos somam 16%. No total da amostra, o governador em exercício marca 32,7%, contra 11% de Jayme e 8,9% de Natasha. Indecisos, brancos e nulos representam 37,3%.
A pesquisa também avaliou o índice de rejeição. Nesse recorte, Jayme Campos aparece com o maior percentual, alcançando 40,3% dos votos válidos. Pivetta tem 15,8% e Natasha 14,2%. Outros nomes somam 29,7%. Considerando o total da amostra, Jayme registra 30,3% de rejeição, Pivetta 11,9% e Natasha 10,7%, enquanto 24,7% não souberam ou não responderam.
O levantamento ainda simulou cenários de segundo turno. Em um eventual confronto entre Pivetta e Jayme, o atual governador venceria com 66,8% dos votos válidos contra 33,2%. Contra Natasha, a vantagem aumenta, com 73,4% para Pivetta e 26,6% para a ex-senadora. Já em disputa entre Jayme e Natasha, o senador aparece à frente com 61,3% contra 38,7%.
Para o especialista em Política e Eleição, Ronye Steffan "Em um processo pré-eleitoral onde o candidato é declarado a disputar um cargo nas eleições, é incontestável seu nome não ser avaliado. Não houve nenhum fato que possa justificar a desistência do candidato ou recuo. Essa pesquisa é uma pura e forjada manobra para potencializar um candidato que está atrás nas pesquisas, ludibriando e induzindo o eleitor na desistência dos principais candidatos" analisou
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Veritá entre os dias 27 e 31 de maio de 2026, com 1.220 eleitores entrevistados. A margem de erro é de 3 pontos percentuais e o levantamento está registrado no TRE-MT sob o número MT-02339/2026.



