Investigado era apontado como um dos principais operadores do grupo criminoso e foi localizado escondido na casa de familiares, em Confresa (MT)
A Polícia Civil de Mato Grosso (PC-MT) prendeu, na manhã desta terça-feira (21), um homem de 30 anos que estava foragido desde a deflagração da Operação Laços de Família, deflagrada na última quinta-feira (16), para desarticular uma célula de organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas na região de Confresa (MT).
O investigado era alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias. Conforme as investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, ele seria um dos principais operadores do grupo responsável pela movimentação de grandes quantidades de entorpecentes.
Desde a operação os policiais realizavam diligências para localizar o suspeito. Após receberem informações sobre o paradeiro dele, as equipes chegaram a uma quitinete no bairro Vila Nova, onde o homem estaria escondido temporariamente na casa de familiares.
O suspeito foi localizado na área externa do imóvel e preso sem resistência, por volta das 9h50. No local, os policiais também cumpriram um mandado de busca e apreensão.
Durante as buscas, foram encontradas 21 porções de maconha prontas para comercialização. Dois aparelhos celulares também foram apreendidos e serão submetidos à análise, com extração de dados autorizada pela Justiça.
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Diante da localização dos entorpecentes, o homem também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas. Com a prisão, ele passa a responder pelos crimes investigados na Operação Laços de Família, incluindo tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa, além do novo flagrante.
Após os procedimentos policiais, o investigado foi colocado à disposição da Justiça.
Operação Laços de Família
Deflagrada em 16 de julho, a Operação Laços de Família investiga uma célula de organização criminosa estruturada a partir de vínculos familiares e conjugais. Segundo a Polícia Civil, o grupo possuía divisão de funções, gestão financeira própria e um sistema de distribuição de drogas em consignação, com prestação de contas dos revendedores.
As investigações continuam.