Senador também defendeu aliança com Lula e disse confiar em mudança do cenário apresentado pelas pesquisas
Carlos Fávaro (PSD) chegou às urnas neste domingo (4) defendendo as escolhas políticas feitas durante o mandato e confiante de que os eleitores que ainda não haviam definido o voto podem alterar o cenário da disputa pelas duas vagas de Mato Grosso no Senado.
Candidato à reeleição, o senador votou pela manhã no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. Após deixar a seção eleitoral, conversou com jornalistas sobre a corrida pelo Senado, a relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e as expectativas para o resultado das urnas.
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Ex-ministro da Agricultura do governo Lula, Fávaro afirmou não se arrepender da aproximação com o presidente e classificou como acertada a decisão de permanecer ao lado do petista.
“Tenho certeza de que foi uma decisão certa, correta, que permitiu que Mato Grosso avançasse muito. A gente ajudou todos os municípios mato-grossenses”, declarou.
Ao justificar a avaliação, o senador mencionou investimentos e ações federais executados no Estado. Segundo ele, aproximadamente R$ 4 bilhões foram destinados a obras e iniciativas nos municípios de Mato Grosso. O valor é apresentado pelo próprio candidato como resultado de sua atuação política em Brasília.
Fávaro também citou a retomada do Minha Casa, Minha Vida, programas sociais do governo federal e a implantação de uma unidade da Embrapa na Baixada Cuiabana como exemplos de ações que associa à parceria com o Palácio do Planalto.
A relação com Lula também foi mencionada ao falar sobre o processo eleitoral. Para o candidato, o domingo representa a manifestação da vontade popular por meio do voto.
“Estamos hoje aqui comemorando a força da democracia brasileira, uma eleição livre, democrática e soberana”, afirmou.
Apesar dos diferentes cenários apresentados pelas pesquisas eleitorais na reta final, Fávaro demonstrou confiança na possibilidade de conquistar mais um mandato. Um dos fatores apontados por ele é o número de eleitores que chegaram aos últimos dias sem indicar uma escolha para o Senado.
O senador afirmou que prefere aguardar a manifestação dos eleitores nas urnas e destacou as demonstrações de apoio que diz ter recebido durante a campanha.
“Estou muito confiante nas manifestações espontâneas das pessoas nas ruas. Hoje, lá pelas 17h, 18h, vamos saber o resultado da pesquisa verdadeira, quando o povo vai à urna, vota e decide o destino do Brasil”, disse.
Na avaliação do candidato, a polarização observada na corrida presidencial também poderá influenciar as disputas estaduais. Ele acredita que parte do eleitorado poderá recorrer ao chamado voto útil no momento de definir suas escolhas para o Senado.
“Acredito que a polarização brasileira vai se transferir para todos os estados”, afirmou.
A expectativa apresentada pelo senador, no entanto, representa uma avaliação política do próprio candidato. O resultado da disputa será definido pelos votos depositados nas urnas neste domingo.
Fávaro também comentou a disputa pela Presidência da República e afirmou esperar a reeleição de Lula. Embora tenha manifestado preferência por uma definição ainda no primeiro turno, reconheceu a possibilidade de a corrida presidencial seguir para uma nova votação.
“A expectativa é óbvia: se a gente conseguir fechar no primeiro turno, é melhor. Mas entendemos que é difícil”, declarou.
Segundo o senador, manifestações realizadas nos últimos dias da campanha em grandes cidades brasileiras reforçaram o otimismo de aliados do presidente.
Ele afirmou ainda ter sido convidado para participar, nesta segunda-feira (5), às 15h, em Brasília, de uma reunião com Lula e integrantes da coordenação da campanha. Caso haja segundo turno presidencial, disse que continuará participando da mobilização pela reeleição do petista.
Mato Grosso tem 2.638.230 eleitores aptos a participar do primeiro turno das Eleições 2026. A votação começou às 7h e termina às 16h, considerando o horário local.
A estrutura montada pela Justiça Eleitoral alcança os 142 municípios e reúne 57 zonas eleitorais, 1.519 locais de votação e 8.287 seções. Também foram disponibilizadas 1.173 urnas de contingência para substituição de equipamentos em caso de necessidade.
Somente Cuiabá e Várzea Grande concentram 1.995 urnas utilizadas nas seções eleitorais e outras 211 de reserva.
O eleitorado estadual cresceu em relação às últimas eleições gerais. Em 2022, eram 2.469.414 pessoas aptas a votar, ante os mais de 2,63 milhões registrados neste ano.
Na disputa pelo Senado, cada eleitor pode escolher dois candidatos. Os dois nomes mais votados ocuparão as cadeiras destinadas a Mato Grosso pelos próximos oito anos.
Carlos Fávaro (PSD) chegou às urnas neste domingo (4) defendendo as escolhas políticas feitas durante o mandato e confiante de que os eleitores que ainda não haviam definido o voto podem alterar o cenário da disputa pelas duas vagas de Mato Grosso no Senado.
Candidato à reeleição, o senador votou pela manhã no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. Após deixar a seção eleitoral, conversou com jornalistas sobre a corrida pelo Senado, a relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e as expectativas para o resultado das urnas.
Ex-ministro da Agricultura do governo Lula, Fávaro afirmou não se arrepender da aproximação com o presidente e classificou como acertada a decisão de permanecer ao lado do petista.
“Tenho certeza de que foi uma decisão certa, correta, que permitiu que Mato Grosso avançasse muito. A gente ajudou todos os municípios mato-grossenses”, declarou.
Ao justificar a avaliação, o senador mencionou investimentos e ações federais executados no Estado. Segundo ele, aproximadamente R$ 4 bilhões foram destinados a obras e iniciativas nos municípios de Mato Grosso. O valor é apresentado pelo próprio candidato como resultado de sua atuação política em Brasília.
Fávaro também citou a retomada do Minha Casa, Minha Vida, programas sociais do governo federal e a implantação de uma unidade da Embrapa na Baixada Cuiabana como exemplos de ações que associa à parceria com o Palácio do Planalto.
A relação com Lula também foi mencionada ao falar sobre o processo eleitoral. Para o candidato, o domingo representa a manifestação da vontade popular por meio do voto.
“Estamos hoje aqui comemorando a força da democracia brasileira, uma eleição livre, democrática e soberana”, afirmou.
Apesar dos diferentes cenários apresentados pelas pesquisas eleitorais na reta final, Fávaro demonstrou confiança na possibilidade de conquistar mais um mandato. Um dos fatores apontados por ele é o número de eleitores que chegaram aos últimos dias sem indicar uma escolha para o Senado.
O senador afirmou que prefere aguardar a manifestação dos eleitores nas urnas e destacou as demonstrações de apoio que diz ter recebido durante a campanha.
“Estou muito confiante nas manifestações espontâneas das pessoas nas ruas. Hoje, lá pelas 17h, 18h, vamos saber o resultado da pesquisa verdadeira, quando o povo vai à urna, vota e decide o destino do Brasil”, disse.
Na avaliação do candidato, a polarização observada na corrida presidencial também poderá influenciar as disputas estaduais. Ele acredita que parte do eleitorado poderá recorrer ao chamado voto útil no momento de definir suas escolhas para o Senado.
“Acredito que a polarização brasileira vai se transferir para todos os estados”, afirmou.
A expectativa apresentada pelo senador, no entanto, representa uma avaliação política do próprio candidato. O resultado da disputa será definido pelos votos depositados nas urnas neste domingo.
Fávaro também comentou a disputa pela Presidência da República e afirmou esperar a reeleição de Lula. Embora tenha manifestado preferência por uma definição ainda no primeiro turno, reconheceu a possibilidade de a corrida presidencial seguir para uma nova votação.
“A expectativa é óbvia: se a gente conseguir fechar no primeiro turno, é melhor. Mas entendemos que é difícil”, declarou.
Segundo o senador, manifestações realizadas nos últimos dias da campanha em grandes cidades brasileiras reforçaram o otimismo de aliados do presidente.
Ele afirmou ainda ter sido convidado para participar, nesta segunda-feira (5), às 15h, em Brasília, de uma reunião com Lula e integrantes da coordenação da campanha. Caso haja segundo turno presidencial, disse que continuará participando da mobilização pela reeleição do petista.
Mato Grosso tem 2.638.230 eleitores aptos a participar do primeiro turno das Eleições 2026. A votação começou às 7h e termina às 16h, considerando o horário local.
A estrutura montada pela Justiça Eleitoral alcança os 142 municípios e reúne 57 zonas eleitorais, 1.519 locais de votação e 8.287 seções. Também foram disponibilizadas 1.173 urnas de contingência para substituição de equipamentos em caso de necessidade.
Somente Cuiabá e Várzea Grande concentram 1.995 urnas utilizadas nas seções eleitorais e outras 211 de reserva.
O eleitorado estadual cresceu em relação às últimas eleições gerais. Em 2022, eram 2.469.414 pessoas aptas a votar, ante os mais de 2,63 milhões registrados neste ano.
Na disputa pelo Senado, cada eleitor pode escolher dois candidatos. Os dois nomes mais votados ocuparão as cadeiras destinadas a Mato Grosso pelos próximos oito anos.