CASO JÚLIA VITÓRIA

Delegado revela que vítima e idoso tinham relação de cerca de um ano antes de feminicídio em MT

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Delegado revela que vítima e idoso tinham relação de cerca de um ano antes de feminicídio em MT

O delegado responsável pelo caso, Franklin Pereira Alves, revelou um detalhe que amplia a complexidade da investigação do feminicídio registrado em Tapurah, a vítima, Júlia Vitória do Prado da Silva, de 20 anos, e o principal suspeito mantinham um relacionamento há cerca de um ano.

A jovem foi encontrada morta na noite de sexta-feira (10), no bairro São Cristóvão, em um caso que é investigado pela Polícia Civil como possível feminicídio.

Segundo o delegado, ainda não é possível afirmar com precisão a natureza desse vínculo, se era uma relação amorosa ou exclusivamente sexual. A informação, no entanto, reforça a principal linha investigativa da Polícia Civil, que trata o caso como feminicídio ligado a relação íntima entre vítima e agressor.

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De acordo com as apurações, a polícia foi acionada após denúncias de um possível homicídio. Quando as equipes chegaram ao local, encontraram o suspeito em estado de nervosismo e ainda armado. O corpo da jovem estava próximo a um veículo com o porta-malas aberto, indicando uma tentativa de ocultação do cadáver.

Durante a ocorrência, o próprio suspeito confessou o crime e indicou onde havia escondido as armas utilizadas no assassinato. Ele também teria relatado a participação de um segundo homem, que teria tentado ajudar a colocar o corpo no veículo antes da chegada de moradores.

Testemunhas relataram que a ação só não foi concluída devido à movimentação de vizinhos, que perceberam a situação e acionaram as autoridades.

Apesar da confissão, a motivação do crime ainda não foi esclarecida. A Polícia Civil segue investigando o caso para entender o que levou ao assassinato da jovem.