EM ARAGUAIANA

Após matar esposa e atirar contra filho, homem morre em confronto com a Força Tática

· 1 min de leitura
Após matar esposa e atirar contra filho, homem morre em confronto com a Força Tática
Fábio Júnior Januário Dias, morreu na madrugada desta quinta-feira (3) Foto: Reprodução/montagem

Feminicídio e tentativa de homicídio ocorreram na zona rural de Araguaiana durante a madrugada desta quinta-feira

Um homem de 42 anos, identificado como Fábio Júnior Januário Dias, morreu na madrugada desta quinta-feira (3) após um confronto com policiais militares da Força Tática, na zona rural de Araguaiana, em Mato Grosso. Momentos antes, ele teria assassinado a própria esposa, Suenilda Vieira, de 37 anos, e atirado contra um dos filhos.

De acordo com o boletim e ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta de 0h15, após receber informações sobre um feminicídio e uma tentativa de homicídio. Equipes foram deslocadas para a região e localizaram o suspeito armado.

Conforme o relato policial, durante a tentativa de abordagem, Fábio teria efetuado disparos contra os militares. Os policiais reagiram e atingiram o homem.

Notícias exclusivas no WhatsApp acessando o link: (clique aqui)
Seja nosso seguidor no Instagram  (clique aqui)
Seja nosso seguidor no X antigo Twiter (clique aqui)

Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Após o confronto, uma espingarda e munições foram apreendidas.

Suenilda foi encontrada sem vida após ser atingida pelos disparos. O caso foi registrado inicialmente como feminicídio.

Um dos filhos também foi baleado durante o ataque. A vítima recebeu atendimento e foi encaminhada para uma unidade hospitalar. Até o momento, não foram divulgadas informações atualizadas sobre o estado de saúde.

Segundo a Polícia Militar, o homem já possuía registros de ocorrências anteriores envolvendo medidas previstas na Lei Maria da Penha, além de registros por fuga de pessoa presa e maus-tratos.

A ocorrência foi registrada como feminicídio, tentativa de homicídio, porte ilegal de arma de fogo e resistência.

A Polícia Civil ficará responsável pela investigação para esclarecer a dinâmica dos crimes e as circunstâncias que antecederam o ataque.