Moradores denunciam abandono total, risco com animais peçonhentos e cobram ação antes que tragédia aconteça
O abandono de espaços públicos em Várzea Grande voltou ao centro das críticas, e agora com endereço certo: o bairro São Francisco. A situação da praça da comunidade, tomada peloi mato e sem quaquer manutenção, virou símbolo da insatisfação dos moradores com a gestão da prefeita Flávia Moretti.
A denúncia é reforçada pela líder comunitária Mãe Kaká Garcia, que relata um cenário de risco crescente e negligência. Segundo ela, o local deixou de ser área de lazer para se tornar um ambiente perigoso, com presença constante de insetos e animais peçonhentos.
O alerta ganhou gravidade após um episódio recente: uma moradora cadeirante quase teve uma cobra dentro da própria casa, localizada em frente à praça. Para a comunidade, o caso escancara o nível de abandono.
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A crítica não é isolada. Em diferentes bairros de Várzea Grande, moradores têm denunciado problemas semelhantes, como ruas destruídas, obras inacabadas e falta de manutenção básica, um padrão que vem sendo apontado como recorrente na cidade .
“Se a prefeitura e os vereadores não fazem, nós vamos fazer”, afirmou Mãe Kaká, ao anunciar a organização de um mutirão para limpar a área na praça.
Além da praça, a liderança aponta uma série de problemas ignorados pela gestão municipal: ruas escuras, vias esburacadas, terrenos abandonados e até impactos ambientais que afetam diretamente a saúde dos moradores.







Foto: Mãe Kaká Garcia
Outro ponto que gera revolta é o sentimento de abandono político. Segundo a líder comunitária, promessas feitas durante o período eleitoral não se converteram em ações concretas após a posse.
Enquanto isso, cerca de 120 famílias seguem convivendo diariamente com insegurança, risco à saúde e falta de estrutura básica.
A situação no São Francisco expõe mais do que um problema pontual, revela um retrato de insatisfação crescente com a administração municipal e levanta um questionamento direto da população: "Até quando Várzea Grande vai conviver com o abandono?".