Fábio Garcia, Coronel Assis, Juarez Costa e Rosa Neide estão entre os nomes mencionados para uma eventual sucessão
A deputada federal Coronel Fernanda (PL) sinalizou que não pretende permanecer na coordenação da bancada de Mato Grosso no Congresso Nacional a partir de 2027. Reeleita para mais quatro anos na Câmara dos Deputados, a parlamentar considera que o comando do grupo deve passar por uma alternância, abrindo espaço para que outros representantes do estado assumam a responsabilidade.
Fernanda avaliou positivamente o período em que esteve à frente da bancada, mas defendeu que a função seja exercida por diferentes parlamentares ao longo das legislaturas.
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"Não sei se vou continuar nesse papel. Ano que vem será uma nova composição e acho que tem que haver um rodízio para que outras pessoas possam ter experiência nessa situação. Para mim, foi bom, pois aprendi um pouquinho mais de política", declarou.
A manifestação ocorre após a deputada conquistar a maior votação entre os candidatos à Câmara Federal por Mato Grosso nas eleições deste ano, com 205.064 votos. Apesar do desempenho nas urnas, a definição de quem ocupará a coordenação não está vinculada à quantidade de votos recebidos, mas à escolha dos integrantes da bancada.
O cargo envolve a interlocução entre deputados federais e senadores na defesa de demandas do estado junto ao governo federal e ao Congresso. Entre as principais responsabilidades está a articulação das emendas parlamentares coletivas, destinadas ao financiamento de projetos e investimentos considerados prioritários para Mato Grosso.
Na atual legislatura, Coronel Fernanda dividiu a coordenação com Margareth Buzetti (PSD), suplente no Senado. Em abril deste ano, a deputada havia sido reconduzida à função por consenso dos parlamentares presentes em reunião da bancada.
Com a possibilidade de mudança no comando, os deputados federais Fábio Garcia (União Brasil), Coronel Assis (PL), Juarez Costa (Republicanos) e Professora Rosa Neide (PT) aparecem entre os nomes mencionados para uma eventual sucessão.
A escolha do próximo coordenador dependerá de uma definição conjunta dos deputados federais e senadores que representam Mato Grosso em Brasília. Até o momento, não há confirmação sobre quem assumirá a função na próxima legislatura.