BRAÇO DIREIO DE "BATMAN"

Operador financeiro do CV em MT é surpreendido pela polícia enquanto treinava no Rio

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Operador financeiro do CV em MT é surpreendido pela polícia enquanto treinava no Rio
Foto: Reprodução

Guilherme Moura da Silva, conhecido como “Vasco”, é apontado como operador financeiro do Comando Vermelho em Mato Grosso e tinha mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça estadual

O treino terminou antes da hora para Guilherme Moura da Silva, conhecido como “Vasco”, apontado pela Polícia Civil de Mato Grosso como operador financeiro e homem de confiança de Jonas Souza Gonçalves Júnior, o “Batman”. Ele foi preso por policiais da 44ª Delegacia de Polícia (Inhaúma), na noite desta quinta-feira (20), dentro de uma academia em Inhaúma, na zona Norte do Rio de Janeiro.

A prisão ocorreu após o cruzamento de informações entre os setores de inteligência das polícias civis do Rio de Janeiro e de Mato Grosso. Contra Guilherme havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça de Mato Grosso. Segundo as investigações, ele atuava na movimentação financeira do Comando Vermelho em Mato Grosso e ocupava posição de confiança na estrutura da organização criminosa.

O suspeito foi localizado em uma academia da Avenida Itaóca, nas proximidades do Complexo do Alemão. De acordo com a Polícia Civil, ele estava treinando quando foi abordado pelos policiais da 44ª Delegacia de Polícia (Inhaúma) e não ofereceu resistência.

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Ligação com “Batman”

Guilherme é apontado como homem de confiança de Jonas Souza Gonçalves Júnior, o “Batman”, considerado pela polícia uma das principais lideranças do Comando Vermelho em Mato Grosso.

Segundo as investigações, “Batman” estaria escondido no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, de onde continuaria coordenando, à distância, atividades relacionadas ao tráfico de drogas em Mato Grosso.

Batman está foragido desde 2024. A Polícia Civil mato-grossense já o apontou em investigações relacionadas à movimentação financeira da organização criminosa.

Com a prisão de “Vasco”, as autoridades devem aprofundar a apuração sobre a atuação dele na estrutura financeira da organização criminosa e suas possíveis conexões com outros integrantes do grupo.

Guilherme permanece à disposição da Justiça de Mato Grosso, responsável pelo mandado de prisão preventiva.