O basquete mundial amanheceu de luto nesta sexta-feira (17) com a morte de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do esporte. Aos 68 anos, o ex-atleta passou mal e chegou a ser socorrido, mas não resistiu após dar entrada em uma unidade de saúde na Grande São Paulo.
Conhecido como “Mão Santa”, apelido que simbolizava sua precisão quase imbatível nas quadras, Oscar construiu uma carreira lendária e se tornou referência mundial no basquete, mesmo sem atuar na NBA.
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Nos bastidores, o ídolo enfrentava há anos uma batalha silenciosa contra um tumor cerebral. O diagnóstico veio em 2011, dando início a uma longa jornada de cirurgias e tratamentos, marcada por coragem e resiliência — características que também definiram sua trajetória esportiva.
Dentro das quadras, os números ajudam a dimensionar sua grandeza. Nascido em Natal, Oscar acumulou quase três décadas de carreira profissional e entrou para a história como um dos maiores pontuadores do basquete, além de ser o recordista de pontos em Jogos Olímpicos, com 1.093 anotados.
Sua presença em cinco edições consecutivas das Olimpíadas e atuações memoráveis transformaram seu nome em sinônimo de excelência esportiva. Mais do que títulos e recordes, deixou um legado de dedicação e paixão pelo esporte que ultrapassa gerações.
Fora das quadras, Oscar também era reconhecido pela personalidade forte e pelo carisma que conquistou fãs em todo o mundo. Ele deixa a esposa, Maria Cristina, e os filhos Filipe e Stephanie.
A morte do “Mão Santa” encerra um capítulo histórico do esporte brasileiro, mas sua trajetória segue viva como inspiração para atletas e admiradores em todo o planeta.