O ministro do Supremo Tribunal Federal, Cristiano Zanin, revogou a prisão preventiva do empresário Andreson de Oliveira Gonçalves, apontado como um dos alvos da Operação Sisamnes, que apura suposto esquema de compra e venda de decisões judiciais no Superior Tribunal de Justiça. A decisão considerou excesso de prazo, já que o investigado estava preso havia um ano e cinco meses.
Apesar da soltura, Zanin determinou uma série de medidas cautelares. Andreson deverá usar tornozeleira eletrônica, cumprir recolhimento domiciliar no período noturno, está proibido de manter contato com outros investigados e não poderá entrar nas dependências do STJ nem acessar os sistemas processuais da Corte.
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O nome do empresário ganhou repercussão nacional após investigações da Polícia Federal indicarem que ele atuaria como intermediador de negociações ilícitas envolvendo decisões judiciais em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e também no tribunal superior.
Em 2025, Andreson chegou a cumprir prisão domiciliar por problemas de saúde, mas voltou ao sistema prisional após suspeitas de continuidade criminosa, especialmente em relação à lavagem de dinheiro.