MUDOU O COMPORTAMENTO

Menina de 12 anos relata violência sexual e aponta primo como suspeito

· 2 min de leitura
Menina de 12 anos relata violência sexual e aponta primo como suspeito
Foto: Reprodução / Internet

Suspeito teria ameaçado menina para que ela mantivesse silêncio sobre o ocorrido

Uma mudança no comportamento de uma menina de 12 anos antecedeu a revelação de um suposto caso de violência sexual envolvendo um familiar em Santa Terezinha. A denúncia foi registrada na noite de sábado (26), depois que a mãe, acompanhada do marido e da filha, procurou uma unidade da Polícia Militar.

O suspeito apontado no relato é um primo da criança, de 25 anos. O episódio teria acontecido aproximadamente um mês antes, no final de agosto, durante uma das visitas da família à casa da avó materna da menina.

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Aos policiais, os responsáveis explicaram que frequentavam o imóvel com regularidade e que a filha costumava acompanhá-los. Por conta dessa rotina, a criança mantinha convivência frequente com o homem citado na denúncia.

De acordo com as informações registradas pela PM, em uma dessas ocasiões, o suspeito teria levado a menina para um quarto da residência e cometido a violência sexual. A criança relatou ainda que foi impedida de gritar e que, posteriormente, teria sido orientada pelo primo a permanecer em silêncio sobre o ocorrido.

Com o passar dos dias, o comportamento da menina começou a chamar a atenção dos familiares. O pai contou que a filha, que antes acompanhava a mãe nas visitas à residência da avó, passou a demonstrar resistência em retornar ao local e preferia ficar em casa.

A família também teria percebido uma alteração na postura do suspeito. Segundo o pai da criança, o sobrinho deixou de manter o contato habitual com ele e passou a evitá-lo.

Após tomar conhecimento do relato da filha, a mãe procurou a Polícia Militar para formalizar a denúncia. Durante o atendimento, o Conselho Tutelar foi chamado para prestar assistência à criança e aos responsáveis.

Como o fato denunciado teria ocorrido no final de agosto, não houve prisão em flagrante no momento em que a ocorrência foi registrada.

O caso foi encaminhado à Polícia Civil, que deverá realizar as diligências necessárias para esclarecer as circunstâncias da denúncia e adotar as medidas previstas em lei.

Por envolver uma criança vítima de suposta violência sexual, informações capazes de revelar sua identidade são mantidas em sigilo.