CAUSOU ESTRANHEZA

Fora da pesquisa eleitoral, Wellington Fagundes contesta Veritá: "A lei não permite"

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Fora da pesquisa eleitoral, Wellington Fagundes contesta Veritá: "A lei não permite"
Foto: Reprodução

Pré-candidato ao Governo de Mato Grosso afirma que ausência em levantamento eleitoral causa estranheza, cobra explicações do Instituto Veritá e diz que caso está sendo analisado pelo jurídico

A ausência do nome do senador Wellington Fagundes (PL) na pesquisa eleitoral divulgada pelo Instituto Veritá agitou os bastidores da política mato-grossense. Cotado como pré-candidato ao Governo do Estado em 2026, o parlamentar contestou os critérios adotados pelo levantamento e afirmou considerar a exclusão de seu nome dos cenários eleitorais algo 'estranho'.

O levantamento divulgado pelo instituto simulou diferentes cenários para a disputa pelo Governo de Mato Grosso, incluindo nomes como o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Jayme Campos (União Brasil) e a médica Natasha Slhessarenko (PSD). No entanto, o nome de Wellington não apareceu em nenhuma das projeções apresentadas.

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Ao comentar o assunto, o senador afirmou que a exclusão chamou atenção por ocorrer justamente em um momento de intensificação das articulações para a corrida eleitoral.

“Você concorda, quer dizer, tem cabimento? A lei é obrigada, se você tiver como pré-candidato 1% na pesquisa, as empresas de pesquisa são obrigadas a colocar o seu nome”, afirmou o senador.

Sem apontar responsáveis ou fazer acusações diretas, Wellington disse que cabe ao instituto esclarecer quais critérios foram utilizados para definir os nomes incluídos no levantamento.

“Não sei, aí a empresa tem que responder”, declarou.

Segundo ele, a situação já foi encaminhada para análise de sua equipe jurídica.

“Isso está por conta do Departamento de Justiça, porque olha tanta coisa. Se a gente não delegar também, fica louco”, informou.

O parlamentar ressaltou que tem concentrado boa parte de sua agenda em compromissos institucionais e em articulações relacionadas a pautas estratégicas para Mato Grosso. Nesta semana, por exemplo, participou de audiências em Brasília, incluindo reuniões no Supremo Tribunal Federal (STF), onde discutiu temas ligados à logística, infraestrutura e escoamento da produção estadual.

Apesar da polêmica envolvendo a pesquisa, Wellington afirmou que considera mais importante debater projetos e propostas para o estado. Segundo ele, muitas vezes assuntos relevantes acabam recebendo menos atenção do que disputas políticas e embates eleitorais.

Enquanto aguarda esclarecimentos sobre a pesquisa, o senador mantém a pré-candidatura e segue participando das discussões que envolvem a formação das futuras alianças para a sucessão estadual.