Proposta de Faissal Calil prevê atendimento especializado durante a gestação, parto e período pós-parto
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso aprovou, em segunda votação, uma proposta que pretende ampliar o atendimento de fisioterapia obstétrica na rede pública de saúde do Estado. O projeto foi analisado pelos deputados durante a sessão desta quarta-feira (19) e é de autoria de Faissal Calil (PL).
A proposta estabelece a criação de uma Política Estadual de Fisioterapia Obstétrica, com ações direcionadas às mulheres desde o período da gestação até o pós-parto. A intenção é oferecer acompanhamento especializado como parte da assistência à saúde materna.
De acordo com o projeto, a fisioterapia poderá contribuir tanto para a prevenção de problemas decorrentes da gestação quanto para a recuperação da mulher após o parto. A medida também prevê atenção aos aspectos físicos e emocionais das pacientes.
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Entre as diretrizes previstas estão a integração dos fisioterapeutas às equipes que já atuam no atendimento às gestantes, a adoção de práticas mais humanizadas e a ampliação da oferta de profissionais capacitados na área.
Se a proposta receber sanção, caberá ao Executivo, por meio da Secretaria de Estado de Saúde, avaliar e implementar as ações previstas. O texto abre possibilidade para que o atendimento seja disponibilizado em maternidades e outras unidades consideradas de referência no atendimento à mulher.
Também estão previstas iniciativas de orientação à população, com campanhas destinadas a explicar às gestantes e puérperas a importância e os possíveis benefícios do acompanhamento fisioterapêutico.
Para Faissal, a aprovação do projeto representa um passo para ampliar a assistência oferecida às mulheres durante a gravidez e depois do nascimento dos filhos.
“O objetivo é assegurar que as mulheres tenham acesso a um acompanhamento adequado durante toda a gestação, no momento do parto e também no período pós-parto”, afirmou o deputado.
Segundo o parlamentar, a proposta foi construída a partir de demandas apresentadas por profissionais da área e por mulheres que apontam a necessidade de maior suporte durante esse período.
A aprovação em segunda votação não significa que a política já esteja em funcionamento. O projeto ainda precisa cumprir as demais etapas legislativas e, caso seja aprovado definitivamente, dependerá de sanção para entrar em vigor.