O novo balanço divulgado na manhã desta quarta-feira (25) confirmou 36 mortes e 33 pessoas desaparecidas após o forte temporal que atingiu a região da Zona da Mata, em Minas Gerais. As buscas avançaram durante a noite, favorecidas pela redução do volume de chuva entre a madrugada de terça (24) e quarta.
De acordo com o informe oficial do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, as cidades de Juiz de Fora e Ubá concentram o maior número de vítimas. Em Juiz de Fora, 31 pessoas seguem desaparecidas. Em Ubá, são duas. O trabalho de localização das vítimas entra no segundo dia com nove frentes de atuação coordenadas pelos Bombeiros.
Além dos dois municípios mais afetados, há preocupação também em Matias Barbosa, onde moradores permanecem em áreas consideradas de risco para desabamento. Parte das equipes está empenhada na retirada preventiva de famílias desses locais, já que há previsão de continuidade das chuvas ao longo da semana.
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Segundo o comunicado, 208 pessoas foram resgatadas com vida desde o início da operação na Zona da Mata. Mais de 100 bombeiros estão mobilizados na região, 62 em Juiz de Fora, 49 em Ubá e 14 em Matias Barbosa, além de agentes da Defesa Civil, policiais e voluntários.
Vítimas identificadas
Em meio ao trabalho das equipes de emergência, uma lista parcial com os nomes das vítimas fatais identificadas até o momento foi divulgada com base em informações divulgadas por órgãos oficiais:
- Arminda de Fátima Soa, 63
- Arthur Rafael de Oliveira Machado
- Bernardo Lopes Dutra
- Carla Teixeira
- Deogracia Aurélia Fernandes
- Iara Martins de Paula
- Ivana Martins de Paula
- Jaqueline Teodoro de Fátima Vicente, 32
- Joyce Garcia
- Kallebe Marques Reis dos Santos
- Liana Martins de Paula
- Maitê Cedlia Pereira Fernandes, 5
- Miguel Carlos da Silva Machado
- Neuza Mageste
- Ramom Rafael Araújo de Almeida
- Reinaldo Neiva Ferreira, 36
- Rosimeire do Carmo de Oliveira Souza
Os governos municipais, estadual e federal atuam de forma integrada no atendimento aos desabrigados, enquanto as buscas pelos desaparecidos seguem como prioridade absoluta das forças de resgate.