A pesquisa divulgada pelo Instituto Veritá nesta quinta-feira (2), revelou graves falhas e inconsistências nos resultados apresentados entre as modalidades espontânea e estimulada para governo e senado.
Na pesquisa, inicialmente na modalidade espontânea para governador, o pré-candidato Otaviano Pivetta lidera com 35,4% das intenções de voto. Já em outra modalidade, a estimulada, o pré-candidato Wellington Fagundes aparece na frente, com 40,5%.
Notícias exclusivas no WhatsApp acessando o link: (clique aqui)
Seja nosso seguidor no Instagram (clique aqui)
Seja nosso seguidor no X antigo Twiter (clique aqui)
Pivetta perde quase 11,3 pontos percentuais de uma modalidade para outra, enquanto Wellington cresce 16%. Falha na elaboração do relatório e no posicionamento dos candidatos ou manipulação sem percepção do erro?
Especialistas analisam que não é comum um candidato à frente na espontânea perder mais de 11% na estimulada, ou vice-versa. A pergunta espontânea é a que mais reforça a intenção de voto no candidato, pois está presente no sentimento e na lembrança de forma constante.
Outra análise explica que cada candidato tem seu nicho eleitoral nessa pré-candidatura, não havendo nenhum fato que faça o eleitor mudar de ideia de forma abrupta.
Esse tipo de pesquisa levanta dúvidas quanto a veracidade, prejudicando principalmente a categoria, empresas que realmente fazem um trabalho sério para informar a população durante o período eleitoral.
Com esse resultado duvidoso, cabe agora aos pré-candidatos e partidos interpelarem, junto à Justiça Eleitoral, para que sejam esclarecidos o método de aplicação, as definições amostrais, a regionalização da pesquisa em relação à realidade do estado e o banco de dados completo, juntamente com o relatório da pesquisa, a fim de serem auditados por especialistas, garantindo a lisura e a transparência do levantamento.