O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), durante coletiva de imprensa realizada na última quarta-feira (24), fez duras críticas ao Partido dos Trabalhadores (PT) após ser questionado sobre o pedido de impeachment apresentado por dois políticos da sigla e também rebateu críticas relacionadas à sua relação com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Ao ser provocado sobre a postura da legenda, Brunini afirmou que o PT não tem força política no Estado e questionou a atuação do partido em Mato Grosso.
“O PT não ganhou a eleição e está tentando puxar o tapete. Não vai conseguir. Se fosse bom, teria pelo menos um vereador aqui. Não tem nem prefeito no Estado inteiro”, declarou.
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O prefeito também relembrou a cassação de uma ex-vereadora do PT na Câmara Municipal, acusada de prática de “rachadinha”. Segundo Brunini, a legenda age de forma contraditória ao criticar sua gestão enquanto protege casos de irregularidades dentro do próprio partido.
Outro ponto levantado foi a parceria da Prefeitura de Cuiabá com a UFMT. O prefeito destacou que destinou mais recursos à instituição do que parlamentares ligados ao PT e aliados, como os senadores Carlos Fávaro (PSD) e a ex-deputada Rosa Neide (PT). “Se juntar o Fávaro, o Barranco, o Lúdio e a Rosaneide, ainda não dá metade do que eu mandei para a UFMT”, afirmou.
Brunini também responsabilizou o governo federal, comandado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pelo corte de verbas que, segundo ele, compromete a infraestrutura da universidade. “Quem está matando a UFMT é o presidente deles. A instituição não tem recurso nem para manutenção básica”, disse.
Apesar das críticas, o prefeito reforçou que mantém diálogo com a reitoria e citou projetos conjuntos, como programas de residência médica e ações voltadas ao bem-estar animal.
“Enquanto a esquerda faz militância, nós estamos trabalhando”, concluiu, reafirmando que “não vai baixar a guarda para petistas”.