DROGAS SINTÉTICAS

Polícia Civil prende traficante do Rio de Janeiro ligado a servidor público de Mato Grosso

· 1 min de leitura
Polícia Civil prende traficante do Rio de Janeiro ligado a servidor público de Mato Grosso

A Polícia Civil prendeu, no Rio de Janeiro, um traficante de drogas sintéticas apontado como fornecedor do servidor do Poder Judiciário de Mato Grosso, Rodrigo Moreira de Figueiredo, e considerado foragido da Operação Vertigem. A captura ocorreu nesta quinta-feira (27), após troca de informações entre as forças policiais dos dois estados, e resultou na apreensão de grande quantidade de entorpecentes e materiais usados no tráfico.

Notícias exclusivas no WhatsApp acessando o link: (clique aqui)
Seja nosso seguidor no Instagram  (clique aqui)
Seja nosso seguidor no X antigo Twiter (clique aqui)

De acordo com a Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), o suspeito fornecia substâncias ilícitas para o servidor público, apontado como principal alvo da operação. A relação entre os dois teria começado durante uma viagem do servidor ao Rio de Janeiro, ocasião em que o contato para a compra das drogas foi estabelecido.

A prisão foi possível graças à troca de informações entre as Polícias Civis de Mato Grosso e do Rio de Janeiro. Durante as buscas, os investigadores localizaram celulares, porções de maconha, cocaína, haxixe e drogas sintéticas como MDA, MDMA e metanfetamina. Também foram apreendidas 117 caixas de medicamentos anestésicos, balança de precisão, máquina para enrolar cigarros e embalagens diversas para fracionamento da droga.

0:00
/0:10

O homem foi levado à Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) do Rio de Janeiro, onde teve o mandado de prisão cumprido e ainda foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.

A Operação Vertigem, desencadeada na quarta-feira (26), teve como foco desarticular um grupo responsável pela distribuição de drogas sintéticas em Cuiabá. Foram cumpridas 17 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão. As investigações começaram em 2023, após a Operação Doce Amargo, e revelaram a participação de pessoas de alto poder aquisitivo, incluindo um assessor do Judiciário, que atuava na organização de grupos de rateio para compra de entorpecentes.

A Polícia Civil segue investigando o envolvimento de outros integrantes da rede criminosa.

0:00
/0:14