Na sexta-feira (14), o júri popular no Tribunal do Júri de São Paulo, sediado no Fórum Criminal da Barra Funda, absolveu o ex-tenente da Polícia Militar do Estado de São Paulo Henrique Velozo da acusação de homicídio contra o atleta de jiu-jítsu Leandro Lo, que foi baleado na cabeça numa casa de shows em 7 de agosto de 2022.
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Durante três dias de julgamento, a defesa centrou sua argumentação na tese de legítima defesa, alegando que Velozo teria sido imobilizado pelo lutador e agido em resposta a uma agressão. Já a promotoria sustentava que o crime ocorrera por motivo torpe, com uso de meio insidioso e em emboscada, qualificadores que elevariam a pena para até 30 anos.
Segundo o veredito, a maioria dos sete jurados entendeu que não ficou comprovada a dinâmica que a acusação apresentou e acolheram a versão da defesa de que Velozo agiu em legítima defesa.
A mãe de Leandro Lo, no entanto, declarou que “não teve justiça” e informou que recorrerá da decisão.
O atleta Leandro Lo, de 33 anos, era considerado um dos maiores nomes da história do jiu-jítsu, com diversos títulos mundiais.
Com a absolvição, Henrique Velozo deixa o presídio militar em que estava detido e aguarda a análise de possíveis recursos do Ministério Público.