Nesta última quarta-feira (6), o vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos) reafirmou o desejo de estender o modelo cívico-militar para a totalidade das escolas estaduais. A declaração veio na esteira de um grave caso de agressão registrado na Escola Estadual Carlos Hugueney, em Alto Araguaia (MT).
Segundo Pivetta, se houver respaldo da população, todas as unidades de ensino poderão ser militarizadas. “Se possível e se o povo quiser vai ser 100%. Não acredito que chega a esse número, mas a maioria das salas de aula que nós temos, serão sim transformadas em cívico-militar porque os resultados são inquestionáveis” destacou o vice-governador.
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O episódio ganhou destaque após a divulgação de um vídeo nas redes sociais, na última segunda-feira (4), que mostra uma adolescente sendo violentamente agredida por colegas dentro da escola. Segundo o delegado Marcos Paulo Batista de Oliveira, responsável pela investigação, as agressoras integravam um grupo cujas regras lembram as de facções criminosas. Além da vítima registrada no vídeo, as agressoras admitiram ter espancado outras quatro estudantes por supostas infrações a essas normas internas.
Em resposta, o secretário estadual de Educação, Allan Porto, informou que a escola passará por processo de militarização, como forma de combater a violência e garantir a segurança dos alunos.