OPERAÇÃO NEXUS

PF e Receita Federal miram boxe do Shopping Popular de Cuiabá por contrabando de vapes

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PF e Receita Federal miram boxe do Shopping Popular de Cuiabá por contrabando de vapes
Foto: Paula Valéria/FTN Brasil

A manhã desta quarta-feira (22) foi marcada pela deflagração da Operação Nexus, que mobilizou agentes da Polícia Federal (PF) e da Receita Federal para o cumprimento de mandados judiciais em um dos boxes do Shopping Popular de Cuiabá, onde foram apreendidos cigarros eletrônicos (vapes), produto supostamente de contrabando cuja comercialização é proibida no Brasil. O estabelecimento foi totalmente interditado às 6h, com a entrada de funcionários, lojistas e visitantes impedida, conforme reportagem do FTN Brasil apurou.

De acordo com as investigações, a organização criminosa importava ilegalmente vapes, transportava e distribuía os produtos em Mato Grosso e São Paulo. Na ação desta manhã, com o apoio da Polícia Militar de Mato Grosso (15ª e 16ª CIPM, ALI 17º BPM e 7º CR), foram cumpridos 33 mandados judiciais, sendo 28 de busca de apreensão e cinco de prisão preventiva e bloqueio de bens e valores pertencentes aos investigados em seis cidades do estado, incluindo Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Tangará da Serra, Campo Novo do Parecis e Mirassol D´Oeste.

Segundo informação da coordenação responsável pelo Shopping Popular de Cuiabá, no box alvo da operação, foram apreendios diversos vapes que, em princípio, configuram material de contrabando. Por conta da suspeita de venda ilegal desses produtos, o proprietário do box terá o alvará suspenso automaticamente.

O presidente da Associação do Shopping Popular de Cuiabá, Misael Galvão, afirmou que a entidade acompanhou todo o procedimento realizado pelas forças de segurança. Segundo ele, “nós, da associação, demos o suporte, acompanhando todo o procedimento, tanto a associação quanto o corpo jurídico do Shopping Popular estiveram presentes para que a Polícia Federal e a Receita Federal pudessem realizar todo o trabalho dentro da maior tranquilidade”. 

Até o fechamento desta matéria, não foi divulgado oficialmente os nomes dos investigados e nem dos valores exatos ou do montante de produtos apreendidos. A operação prossegue com objetivo de aprofundar o rastreamento das redes logísticas e financeiras do esquema criminoso.