Erros grotescos como definição amostral e metodologia podem gerar multa de R$ 53 a R$ 103 mil a instituto se representado por partidos ou candidatos.
Novamente, institutos de pesquisa entram no radar no contexto das eleições de 2026, diante de questionamentos sobre a qualidade e a transparência das informações divulgadas. Em Mato Grosso, um levantamento registrado pelo instituto Veritá, que aponta Otaviano Pivetta na liderança na modalidade espontânea, tem gerado críticas quanto a possíveis inconsistências metodológicas e ao cumprimento das exigências legais.
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A pesquisa divulgada pelo instituto Veritá não detalha de forma clara a modalidade de coleta utilizada, como entrevistas presenciais, telefônicas ou outros métodos, informação considerada essencial para a transparência do levantamento. Além disso, o seu plano amostral, onde é definido as entrevistas por região, cidades e bairros, a Veritá descartou a região Nordeste do estado, realizando apenas 9 entrevistas em Confresa.
Hoje o estado tem quase 10% dos eleitores mato-grossenses concentrados na região do Araguaia, forma que, houve distorção regional e amostral na pesquisa, indicando possível inviabilidade das informações.
Segundo estatísticos, a forma está totalmente fora dos padrões. “Temos que considerar as regiões em sua totalidade, excluir uma região é um erro grotesco e procedente de fraude”, explicou um profissional.
A guerra das pesquisas é evidente, mas quem utilizar de informações irreais pode amargar estratégias que pouco surtirão efeito na conquista do eleitor mato-grossense.