PESQUISA EM CUIABÁ

Otaviano Pivetta despenca 5% e Jayme Campos cresce 9,5% em 9 meses, aponta Instituto IDOC

R. BLATZ, DA REDAÇÃO
· 2 min de leitura
Otaviano Pivetta despenca 5% e Jayme Campos cresce 9,5% em 9 meses, aponta Instituto IDOC

O pré-candidato a governador de MT Otaviano Pivetta (Republicanos) despencou 5%, em contrapartida o senador Jayme Campos (União Brasil) que também deve disputar as eleições cresceu 9,5% em apenas 9 meses.

O Instituto de Pesquisa IDOC realizou um levantamento quantitativo em Cuiabá, para avaliar o cenário pré-eleitoral dos possíveis candidatos para as eleições de 2026 ao governo de Mato Grosso.

A pesquisa realizada entre os dias 11 e 15 de outubro, revelou números surpreendentes em alguns cenários, incluindo o ex-prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB), que teve 12,7% das intenções de voto, caso as eleições para governador fossem hoje.

Na pesquisa realizada pela Percent Brasil, Otaviano Pivetta liderava as intenções de voto em Cuiabá, com 19,20%, Wellington Fagundes pontuava com 15,00%, o senador Jayme Campos 9,00%, o ex-prefeito Emanuel Pinheiro não foi incluso no estudo quantitativo.

Comparando com a nova pesquisa realizada pelo Instituto IDOC, empresa ligada ao portal de notícias O Documento, Pivetta teve uma queda no índice de votos de quase 5%. A maior queda registrada entre os candidatos estimulados na pesquisa.

Já o senador Wellington fagundes cresceu 7,40%, em relação aos nove meses de um estudo para outro. O senador e pré-candidato ao governo, Jayme Campos, foi o qua mais cresceu, com 9,50%.

Senador Jayme Campos: reconhecimento ao trabalho prestado para Mato Grosso

"Para o senador Jayme Campos, o resultado desse crescimento mostra que a população vem acompanhando todo nosso trabalho para com a capital de Mato Grosso. As emendas que destinamos sendo corretamente investidas e direcionadas aos que mais precisam" disse Jayme Campos.

Metodologia

O Instituto IDOC ouviu 600 pessoas de forma presencial entre os dias 11, 12, 13, 14 e 15 de outubro nas cinco regiões da Capital. A pesquisa tem margem de erro de 4% para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%.

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