Na manhã desta terça-feira (2), a Polícia Civil de Mato Grosso (PJC-MT) realizou uma operação para desarticular um esquema de venda clandestina de anabolizantes e medicamentos de circulação proibida ou controlada no Brasil, no município de Rosário Oeste. A ação teve início após uma denúncia anônima, que levou a Delegacia local a abrir investigação sobre a possível comercialização irregular de substâncias como emagrecedores e anabolizantes.
Segundo o delegado Mauro Cristiano Perassoli Filho, responsável pela operação, a investigação confirmou a atuação de pessoas envolvidas na venda e aplicação de substâncias proibidas. Diante das evidências, foram reunidas informações e representado à Justiça da comarca para que fossem autorizados mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados. A ordem judicial foi deferida e cumprida na manhã desta terça-feira.
“Após investigações, foi levantado que algumas pessoas estariam comercializando, aplicando ou contrabandeando medicamentos proibidos ou de prescrição obrigatória no município de Rosário Oeste. No cumprimento de busca e apreensão nos domicílios dos envolvidos, foi encontrada uma farta materialidade de medicamentos, também conhecidos como anabolizantes e outros chamados de Mounjaros ou emagrecedores, remédios que devem ser prescritos por médicos e vendidos apenas em estabelecimentos autorizados pela Agência de Vigilância Sanitária”, declarou o delegado.
Na ação, dois suspeitos foram presos em flagrante: um enfermeiro de 36 anos e o proprietário de uma loja de suplementos, de 30 anos. Ambos responderão por crimes relacionados à venda e distribuição de medicamentos ilegais.
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Perassoli reforçou o risco à saúde pública. “Produtos clandestinos podem causar danos graves e alimentar outras práticas criminosas. Esses medicamentos não têm controle de origem e entram no país de forma irregular. O combate a esse tipo de comércio é essencial para proteger a população”, destacou.
O material apreendido e os presos foram encaminhados à Delegacia de Rosário Oeste, onde o caso segue em investigação.