"REPUDIAMOS VEEMENTEMENTE"

Max Russi reage a ataques contra Janaina Riva e pede rigor: "Toda mulher merece respeito"

R. BLTAZ, DA REDAÇÃO
· 1 min de leitura
Max Russi reage a ataques contra Janaina Riva e pede rigor: "Toda mulher merece respeito"

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (PSB), se manifestou nesta sexta-feira (7) em defesa da deputada Janaina Riva (MDB), após ela denunciar um servidor da Prefeitura de Rondonópolis por importunação sexual e ofensas morais. O caso ganhou repercussão após a divulgação de áudios com conteúdo misógino e de teor sexual.

Russi lamentou o episódio e destacou que os casos de violência contra mulheres em Mato Grosso atingiram níveis preocupantes.

“Infelizmente, os índices de violência contra a mulher no estado são alarmantes. Cada caso deve ser tratado com seriedade para que esse tipo de ataque seja definitivamente combatido”, afirmou o parlamentar.

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O presidente também informou que a Assembleia acompanha o caso em conjunto com a Procuradoria da Casa, e confirmou que o delegado do Legislativo acompanhou o registro da ocorrência feito por Janaina.

“Repudiamos veementemente esse tipo de conduta. Toda mulher merece respeito e proteção, seja pessoalmente ou nas redes sociais”, reforçou.

Na quinta-feira (6), a deputada registrou boletim de ocorrência contra Deliandson Milton da Silva, servidor comissionado da Prefeitura de Rondonópolis, acusado de enviar áudios ofensivos e com conotação sexual em grupos de WhatsApp.

Janaina classificou o caso como violência política de gênero e anunciou que apresentará queixa-crime ao Ministério Público.

“Por mais constrangedor que seja, precisamos denunciar e não ter medo. Espero que meu caso sirva de exemplo para outras mulheres”, declarou nas redes sociais.

Em nota, a Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis (Coder) informou que o servidor foi exonerado imediatamente após a repercussão.

“A empresa não compactua com condutas que violem a dignidade humana e reafirma seu compromisso com o respeito e a ética”, diz o comunicado.