O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (PSB), anunciou que vai cobrar “o máximo rigor” da Polícia Militar após a prisão do tenente‑coronel Welington Rodrigues Mendonça, acusado de importunação sexual e injúria real contra duas mulheres na madrugada deste domingo (25), em um posto de combustíveis na região da Praça 8 de Abril, no Centro de Cuiabá.
Uma das vítimas é servidora lotada na Presidência da ALMT. Segundo moradores e relatos das próprias mulheres, o oficial se aproximou do grupo em visível estado de embriaguez, tocou partes do corpo de uma delas sem consentimento e continuou o comportamento mesmo após sua recusa.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado na 1ª Delegacia de Atendimento à Vítima de Violência Doméstica, Familiar e Sexual, o tenente‑coronel também teria tentado constranger policiais militares no momento da abordagem, recusando‑se a entregar a arma de fogo e fazendo ameaças verbais com base em sua patente.
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Em nota oficial, Max Russi classificou o episódio como “inaceitável” e garantiu total apoio à servidora agredida, ressaltando que autoridades precisam dar uma resposta firme e rápida.
“A ALMT prestará total apoio à servidora vítima de importunação sexual e irá cobrar que as devidas providências sejam tomadas, com o máximo rigor, por parte do comando da Polícia Militar. Situações como essa não podem ser toleradas”, diz posicionamento oficial de Max Russi.
A ocorrência foi comunicada ao comando da Polícia Militar e à Corregedoria da corporação, que devem conduzir as investigações internas. O caso deve seguir também sob análise da Justiça estadual, enquanto a sociedade acompanha repercussões em redes sociais e no meio político.