PROTAGONISMO FEMININO

Inclusão projeta nome de Priscila Lima para disputa federal, aponta pesquisa Percent Brasil

· 2 min de leitura
Inclusão projeta nome de Priscila Lima para disputa federal, aponta pesquisa Percent Brasil

A atuação da suplente de vereadora e atual assessora especial de Políticas de Inclusão de Várzea Grande, Priscila Lima, começa a ultrapassar os limites do município e ganhar projeção no cenário estadual. O nome dela foi citado como possível opção para deputada federal em pesquisa recente do Instituto Percent Brasil, na modalidade espontânea — formato em que o entrevistado menciona o candidato por iniciativa própria, sem acesso prévio a qualquer lista.

Notícias exclusivas no WhatsApp acessando o link: (clique aqui)
Seja nosso seguidor no Instagram  (clique aqui)
Seja nosso seguidor no X antigo Twiter (clique aqui)

A lembrança espontânea é vista nos bastidores como indicativo de reconhecimento público. Priscila construiu sua trajetória política a partir da vivência pessoal com a neurodivergência dentro da própria família. Mãe e avó atípica, além de também ser neurodivergente (TDAH), ela afirma que foi a experiência cotidiana que despertou o interesse pelas políticas públicas de inclusão.

"Sou mãe e avó atípica e também sou neurodivergente (TDAH). Especialmente através da minha neta, que é autista nível 2 de suporte, aprendi o que significa enfrentar filas, buscar terapias, lutar por atendimento adequado e por compreensão. Isso não é algo distante para mim, é a minha rotina, é a minha vida”, destaca.

A entrada na política ocorreu na última eleição municipal, inicialmente como aprendizado. No Executivo, ao assumir a Assessoria Especial de Políticas de Inclusão na gestão da prefeita Flávia Moretti, ela afirma ter ampliado a compreensão sobre gestão pública e transformação de demandas em ações concretas.

"Tenho aprendido que ouvir é essencial e que inclusão não é discurso, é ação. Levo comigo essa sensibilidade para escutar e a responsabilidade de transformar demandas em iniciativas concretas", disse.

A possível projeção para a Câmara Federal, segundo ela, está ligada à necessidade de ampliar o debate sobre políticas voltadas às famílias de pessoas com deficiência e neurodivergentes. Entre as principais demandas recebidas estão educação especial inclusiva, acesso a terapias para crianças autistas, atendimento adequado no SUS, acessibilidade e acolhimento parental.

Priscila também defende maior participação feminina na política e políticas públicas que garantam autonomia, proteção e oportunidades às mulheres, especialmente mães atípicas. “É bonito ver mulheres ocupando espaços, mas ainda precisamos avançar muito. A mulher precisa ser ouvida de verdade e ter espaço real de decisão”, afirma.

Mulher de fé, ela define sua trajetória como resultado de superação e aprendizado contínuo. “Sou formada em princípios que me ensinaram respeito, empatia e responsabilidade com o próximo. Minha história é construída com união. Sou mãe e avó, e a vida me ensinou muito através dessas experiências”, diz.

Com o nome citado espontaneamente em pesquisa, Priscila Lima passa a figurar como uma das lideranças emergentes no debate sobre inclusão em Mato Grosso, sinalizando que pautas sociais podem ganhar espaço ampliado no cenário político estadual.

Divulgação: Percent Brasil