Em discurso na manhã desta sexta-feira (15), o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou que, em certos aspectos, cidadãos chineses desfrutam de mais liberdade do que os brasileiros. A comparação foi feita ao citar experiências pessoais em viagens à China, Japão, Singapura e países do Oriente Médio, nas quais observou diferentes padrões de segurança e comportamento social.
Segundo Mendes, um morador da China lhe contou que no país asiático é possível circular com grandes quantias de dinheiro sem risco de assaltos, algo que, na visão do governador, contrasta com a realidade brasileira.
“Ideologia à parte, né? Eu fui lá, fala que é um país comunista, nunca vi uma liberdade absoluta. Um dia um chinês me disse: ‘Quem tem mais liberdade? Vocês no Brasil ou nós aqui?’ Aí ele me disse: ‘Na China, você pode colocar um saco de dinheiro na cabeça, andar por qualquer rua, qualquer bairro, qualquer cidade, e ninguém vai colocar a mão em você"', relatou Mendes.
O governador também usou o Japão como exemplo para ilustrar práticas culturais distintas. Em Tóquio, disse, quase não há lixeiras públicas porque os próprios cidadãos assumem a responsabilidade de carregar e descartar seus resíduos adequadamente.
Para Mendes, essas diferenças revelam como questões de segurança e comportamento coletivo influenciam o cotidiano e a sensação de liberdade das populações.“Você pode pegar um celular, ficar com ele na mão e sair andando em qualquer rua, em qualquer bairro, de qualquer cidade do seu país? Quem tem mais liberdade? Eles na China ou nós no Brasil?”, disse o questionou o governador.
O governador também usou o Japão como exemplo para ilustrar práticas culturais distintas. Em Tóquio, disse, quase não há lixeiras públicas porque os próprios cidadãos assumem a responsabilidade de carregar e descartar seus resíduos adequadamente. Para Mendes, essas diferenças revelam como questões de segurança e comportamento coletivo influenciam o cotidiano e a sensação de liberdade das populações.
"Nós estamos tentando ensinar a população a jogar o lixo dentro da lata de lixo. Lá, eles já eliminaram as lixeiras porque todo mundo, como cidadão sabe que não pode transformar o seu problema num problema coletivo”, concluiu.