Uma ofensiva militar conjunta conduzida pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã teve início na madrugada deste sábado (28), com ataques aéreos e mísseis em várias cidades iranianas, incluindo a capital Teerã. As ações, confirmadas por autoridades israelenses e americanas, marcam uma escalada significativa nas tensões no Oriente Médio e podem ampliar o confronto entre os países envolvidos.
Autoridades israelenses afirmaram que a operação, identificada por vários governos como ataques preventivos contra ameaças à segurança, visou instalações militares, centros de comando e outros alvos estratégicos no Irã. Relatos indicam explosões em múltiplas províncias do país e fechamento de espaço aéreo iraniano.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu a ofensiva como uma resposta a alegadas ameaças do Irã e parte de um esforço mais amplo para conter programas militares e nucleares considerados perigosos por Washington e Tel Aviv.
Autoridades iranianas relataram que dezenas de mísseis e drones foram disparados em resposta aos ataques, atingindo bases militares americanas no Golfo Pérsico em países como Qatar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Bahrein, e que o governo se prepara para uma resposta ainda mais ampla.
Explosões em Teerã, Qom, Isfahan, Karaj e outras cidades foram confirmadas por fontes locais e agências de notícias, e relatos também apontaram interrupções parciais de comunicação no Irã. A ofensiva está ocorrendo no contexto de negociações sobre o programa nuclear iraniano que foram interrompidas sem acordo na sexta-feira (27), um dia antes dos ataques.
Em resposta à escalada, países da região fecharam seus espaços aéreos por precaução, enquanto autoridades alertam sobre possíveis repercussões militares mais amplas nos próximos dias. A situação continua dinâmica e em evolução.
Com informações do Metrópoles