O deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil) avalia que a eleição para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, em 2026, será marcada pelo equilíbrio entre os partidos e pela forte concorrência entre os candidatos. Segundo ele, não haverá espaço para “vida fácil” a quem pretende conquistar uma cadeira no Parlamento.
Botelho destacou que a maioria dos atuais parlamentares tentará a reeleição e que todas as siglas apresentam nomes competitivos. “Todo mundo está igual. Todos os partidos têm candidatos fortes. No Podemos tem o Max [Russi], tem o Beto. Vai no MDB tem Thiago [Silva], tem Doutor João. No PL tem como candidatos o Cattani, o Elizeu [Nascimento], o Faissal...”, comentou.
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O União Brasil, partido de Botelho, projeta ampliar sua presença na Casa, passando das atuais quatro para pelo menos seis cadeiras. A legenda, porém, enfrenta o desafio de reunir candidatos em meio à competitividade interna. A chapa estadual chegou a ser apelidada de “chapa da morte”, pela concentração de lideranças com mandato e pela dificuldade de atrair novos nomes.
Mesmo assim, o deputado assegura que o cenário mudou e que o União tem conseguido dialogar para ampliar o quadro de filiados. "Nós estamos conversando bastante. Estamos já com um grupo de pessoas que pode filiar e vir ser candidato conosco”,afirmou.