FALTA DE GESTÃO?

Crise histórica de água em Várzea Grande persiste mesmo após milhões investidos em ETAs

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Crise histórica de água em Várzea Grande persiste mesmo após milhões investidos em ETAs
Ilustração

Moradores de Várzea Grande seguem enfrentando a falta de água, problema histórico que se arrasta há décadas e que parece longe de ser solucionado, mesmo com investimentos superiores a R$ 55 milhões em novas Estações de Tratamento de Água (ETAs) e modernização das unidades existentes.

Durante a campanha, a então candidata à prefeitura, Flávia Moretti, afirmou que uma de suas prioridades seria sanar a falta de água na cidade, reforçando que “água tem em Várzea Grande” e que seria possível resolver o problema de abastecimento histórico. No entanto, a realidade dos moradores segue distante dessa promessa.

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Diversas reclamações chegaram à redação do FTN Brasil em 2026 sobre o descaso da gestão municipal e do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG). Segundo os moradores, o abastecimento é irregular e muitas vezes insuficiente, obrigando famílias a recorrer a caminhões-pipa ou comprar água para uso doméstico.

Além da falta de água, cresce a preocupação com a dívida acumulada pelo DAE-VG, que, mesmo com novos investimentos, continua sem apresentar soluções efetivas para o problema.

Políticos e moradores afirmam que a situação evidencia falhas na gestão e na execução do plano que prometia pôr fim à crise histórica de abastecimento da cidade.

O plano, lançado há alguns anos, previa que a construção de novas ETAs e a modernização das unidades existentes encerraria o ciclo de racionamento crônico e garantiria água de qualidade para toda a população. Apesar disso, os resultados ainda não se refletem no dia a dia dos moradores, que seguem insatisfeitos com a gestão municipal.

“É frustrante ver tanto investimento e ainda assim não termos água na torneira todos os dias. Parece que as promessas ficam só no papel”, disse um morador do bairro Jardim Glória, que prefere não se identificar.