Após a repercussão de um vídeo que ganhou destaque nacional, que entregou mais um dos indícios de corrupção por parte do deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) que tentou explicar a declaração feita durante um evento oficial, na qual afirmou que uma das empresas vencedoras de obras seria “sua”.
Em coletiva, o parlamentar disse que se tratou apenas de um “vício de linguagem”, alegando que já foi sócio da empresa no passado e que atualmente ela pertence ao irmão.
A empresa já condenada por corrupção, onde a Justiça Federal em Mato Grosso determinou a dissolução de cinco empresas ligadas a um esquema de fraudes em licitações que movimentou cerca de R$ 12 milhões de 2013 a 2017 conforme sentença proferida pela juíza Fernanda Gattass Oliveira Fidelis em novembro de 2025.
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Esse episódio levanta o óbvio que apenas os órgãos de fiscalização não querem ver, políticos com empresas em nomes de parentes, filhos, esposas, e até amigos para “desbaratinar” as leis e serem favorecidas pelo lobby político interno.
Infelizmente, hoje no Brasil, é com estranheza que políticos entram no mandato em sua maioria “pobres”, saindo ou perpetuando após um mandato milionários.
Um dos principais fiscalizadores, o Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado, estão desatentos ou fazendo vista grosso para esses casos “vibrantes” de corrupção, “na cara dura” do poder público e principalmente do cidadão mato-grossense.
O mais incrível é que ser político no Brasil virou sinônimo de riqueza ou de enriquecimento a curto prazo.