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Após quase dois anos foragido, acusado de matar sargento da PM é trazido para Cuiabá

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Após quase dois anos foragido, acusado de matar sargento da PM é trazido para Cuiabá
Reprodução

Depois de quase dois anos foragido, Raffael Amorim de Brito, apontado como responsável pela morte a tiros do sargento da Polícia Militar Odenil Alves Pedroso, em 2024, foi transferido para Cuiabá na tarde deste sábado (7). Preso no início de janeiro no Rio de Janeiro, ele desembarcou no eroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, sob forte esquema de segurança e chegou em silêncio à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), sem responder a questionamentos. A transferência foi determinada pela Justiça do Rio de Janeiro, atendendo a pedido da Polícia Civil de Mato Grosso. Raffael havia sido preso no dia 7 de janeiro, no município de Itaboraí (RJ), durante uma operação conjunta das polícias dos dois estados. No momento da abordagem, ele estava acompanhado de dois comparsas e, segundo a investigação, o grupo se preparava para invadir uma residência para praticar roubo. Após a prisão, o acusado passou por audiência de custódia e permaneceu à disposição da Justiça até a liberação para a transferência a Mato Grosso. Agora, ele deverá passar por nova audiência de custódia e, em seguida, ser encaminhado à Penitenciária Central do Estado (PCE). Raffael é apontado como autor da execução do sargento Odenil Alves Pedroso, morto em maio de 2024, em frente a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro Morada do Ouro, em Cuiabá. Conforme as investigações, o policial estava em uma conveniência quando foi surpreendido pelo acusado, que chegou ao local em uma motocicleta. Após os disparos, o criminoso ainda teria roubado a arma de fogo do policial antes de fugir. Imagens de câmeras de segurança registraram a dinâmica do crime, que causou forte comoção entre colegas de farda e reforçou as buscas pelo suspeito. Depois do homicídio, Raffael fugiu para o Rio de Janeiro, onde permaneceu escondido no Complexo do Alemão. De acordo com a Polícia Civil, ele possui ligação com a facção criminosa Comando Vermelho e também responde por outros crimes, como roubo, estupro e tráfico de drogas. A DHPP segue com as investigações para esclarecer todos os detalhes do crime e apurar a possível participação de outros envolvidos.

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Vídeo: Frank Sumiyoshi / Sesp-MT

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Vídeo: Frank Sumiyoshi / Sesp-MT