O prefeito de Poconé, Dr. Jonas Moraes (Podemos), alvo de duas operações da Polícia Federal, negou qualquer ligação com uma organização criminosa que, segundo investigações, teria financiado sua campanha eleitoral em 2024.
As operações Diobélia e Tolueno apuram supostas irregularidades durante o pleito, incluindo compra de votos e financiamento ilícito da campanha. A Operação Diobélia tem como foco principal o ex-prefeito Clóvis Damião Martins, coordenador-geral da campanha de Jonas, enquanto a Operação Tolueno investiga se a candidatura do atual prefeito recebeu recursos de origem criminosa.
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Na última sexta-feira (29), a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra Jonas Moraes e Clóvis Damião para coleta de provas.
Em suas redes sociais, o prefeito afirmou:
“Repudio veementemente qualquer tipo de associação com facções criminosas, bem como qualquer prática que vá contra os princípios democráticos, legais, morais e religiosos que sempre pautaram minha trajetória. Nunca solicitei ou autorizei qualquer apoio ilícito durante o processo eleitoral.”
Jonas reafirmou que está à disposição das autoridades e confia que a investigação esclarecerá os fatos:
“Tenho convicção de que a verdade prevalecerá. A tentativa de vincular meu nome a atividades criminosas é injusta e não condiz com minha conduta pessoal ou pública. Reitero meu compromisso com a legalidade, com as instituições e com o povo de Poconé.”
As investigações seguem em andamento, e as ordens judiciais de busca e apreensão têm como objetivo coletar elementos para instruir os processos.